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Espaço Estelar, Escola de Terapia Holística com Centro de Atendimento
 

Rua Profª Francisca de Queiróz, 706 - Mangal - Sorocaba

Tel : (0xx15) 3202-9268
Responsável : Vera Bassoi - celular (0xx15) 9774-2890

 

 

OS PRINCÍPIOS DA CURA PRÂNICA
(texto extraído do livro "A Ciência da Cura Psíquica" - Yogue Ramacharaca - Ed. Pensamento)

 

Antes de podermos compreender a Cura Prânica, havemos de saber alguma coisa do Prana. Este nome é dado pelos filósofos Yogues à "Energia" ou "Força Vital", que se acha no corpo de todo ser vivo. Pode também chamar-se "Vitalidade". Prana é de natureza mental, sendo a Energia da Mente Universal. Para evitar distinções metafísicas, seguiremos, entretanto, o costume geral de tratar Prana como uma coisa independente, como faremos igualmente no concernente à Mente e à Matéria.
Os Yogues ensinam que Prana é um Princípio Universal - um Algo que penetra todo o Espaço e junto com a Mente e a Matéria compõe a tríplice Manifestação do Absoluto. Deixando à parte as manifestações do Prana nas formas de Força, conhecidas sob os nomes de Eletricidade, Calor, Luz, etc., consideremo-lo em sua manifestação de Força Vital, que é o único aspecto que nos interessa. Prana é a Força por meio de cuja atividade se efetuam todas as operações do corpo, tornam-se possíveis todos os movimentos corporais, todas as funções dos órgãos, e manifestam-se todos os sinais de vida. Temos descrito Prana alongadamente em nossos outros livros, e não desejamos fazer repetições enquanto possamos evitá-las.
Em suma, contudo, podemos dizer que Prana é aquele Princípio de Vida que se acha no ar, na água, no alimento, etc., e donde o organismo vivo o absorve para aproveitá-lo nas funções do corpo. Aconselhamos a todos os estudantes deste livro que leiam a "Ciência da Respiração" ou, ainda melhor, o Hata Yoga, para obter uma idéia mais completa a respeito do Prana. Nos ditos livros temos dado muitos exercícios com que se pode adquirir e acumular Prana, e também indicamos ali como se pode empregá-lo.
Os princípios mais importantes da Cura Prânica, baseiam-se no fato de que Prana pode ser transferido ou transmitido de uma pessoa à outra, de diferentes maneiras. O método ordinário, e o mais efetivo, consiste no emprego das mãos, com as quais se fazem passes sobre a pessoa doente, e ao mesmo tempo se envia uma corrente de Prana à parte afetada, estimulando assim e instigando à atividade os grupos celulares inertes ou vagarosos. O prana, assim transmitido, age como um tônico sobre o paciente, e fortalece e vigoriza-o admiravelmente, além de tender a produzir o melhoramento local.
Também se pode enviar ao paciente Prana em forma de um Pensamento Energizado, dirigido da Mente do terapeuta. Os livros que tratam da Cura Psíquica, geralmente não mencionam este fato, mas nós lhe prestaremos muita atenção no capitulo próximo, onde falaremos da prática da Cura Prânica. Com efeito, podemos obter curas admiráveis com os aludidos métodos, sem referência a outras da nossa terapêutica.
O estudante notará que não entramos em discussões de teorias. E fazemo-lo propositalmente, porque desejamos que este livro seja um livro de fatos e ensinos práticos, e a maior parte das teorias será conhecida aos que leram outros livros nossos, nos quais, embora não dedicados aos assuntos pertencentes à Terapêutica, contudo, ocupam-se das teorias gerais em que se baseiam todos os fenômenos psíquicos.
A cura de doentes pela "imposição das mãos" tem sido conhecida desde os primeiros dias da raça humana. E é racional supormos que já antes dos dias da história escrita, esse costume igualmente prevalecia. Encontramo-lo hoje entre todas as diferentes raças e nações, até entre os selvagens. Parece que se originou de uma convicção instintiva na mente humana, que a cura está naquela direção.
Os Hindus, os Egípcios, os Judeus, os Chineses, na antiguidade, conheciam perfeitamente esta forma de cura. No Egito encontram-se esculturas antigas nas rochas, onde se vêem terapeutas que tratam doentes colocando-lhes uma das mãos sobre o estômago, e a outra sobre as costas. E os primeiros exploradores da China relatam que semelhantes práticas ali eram comuns.
O Velho Testamento está cheio de exemplos desta forma curativa. Igualmente encontramos casos mencionados no Novo Testamento. De São Patrício se conta que curava os cegos na Irlanda, pondo-lhes as mãos sobre os olhos. De São Bernardo se relata que curou onze cegos e onze paralíticos num só dia; e em Colônia, segundo as crônicas, o mesmo santo curou doze paralíticos, três mudos e dez surdos, todos só pela imposição das mãos.
A história da Igreja primitiva está repleta de exemplos desta qualidade, e admitindo que muitas narrativas sejam românticas, como sempre se dá em similares casos, havemos de reconhecer que houve numerosos fatos reais e que muito benefício foi por essa via praticado pelas pessoas citadas nas crônicas.
De Pirro, o rei de Epiro, diz a história que tinha o poder de curar cólicas e os incômodos do baço, pelo contato das suas mãos, pondo-as sobre o doente. O imperador Vespasiano curou, com a imposição das mãos, moléstias nervosas, paralisia, cegueira, etc. Adriano curou, aplicando-lhes as pontas de seus dedos, pessoas hidrópicas. O rei Olavo também curava instantaneamente os doentes a quem impunha as mãos. Os antigos reis da Inglaterra e da França curavam a papeira e as afecções da garganta pelo "toque real". Havia na Inglaterra uma moléstia, chamada "o mal régio", de que se acreditava que podia ser curada só pelo toque das mãos do rei.
A família dos Habsburgos, segundo a crença inveterada do povo, era dotada do poder de curar a gagueira por meio do beijo. Plínio relata que nos tempos antigos havia pessoas que pelo simples toque de suas mãos curavam a mordedura de cobra. Muitíssimas celebridades religiosas curavam enfermos pela imposição das mãos. Na Inglaterra, tornou-se famoso Greatrakes, que até veio a sofrer perseguição, porque andava curando, pela imposição das mãos, toda sorte de enfermidades, inclusive as de que se opinava serem curáveis unicamente pelo "toque real", sendo ele por isso considerado por muitos como um pretendente ao trono. Nos séculos décimo sétimo, um jardineiro, de nome Levret, operou curas admiráveis nas ruas de Londres, tocando os doentes com seus dedos. Em 1817, um estalajadeiro, chamado Richter, curou milhares de pessoas, também pela imposição das mãos.
Assim, veja que, de fato, a Cura Prânica aparece em todas as idades e entre todos os povos, e aqueles que tinham suficiente confiança em si mesmo eram considerados como pessoas privilegiadas por um dom especial. Mas o fato é que o "dom" é comum a todos os seres humanos e pode ser manifestado por qualquer pessoa que tenha suficiente confiança em si própria para fazer a experiência, e a necessária seriedade para fazê-lo com toda a dedicação e afeição.
Os antigos instrutores Yogues, há uns vinte e quatro séculos, reduziram esta forma de cura a uma ciência, e vestígios da sua ciência infiltraram-se em todas as partes do mundo. Os egípcios receberam o seu saber dos grandes mestres Yogues, e estabeleceram depois suas próprias escolas. Os gregos adquiriram da Índia e do Egito uma ciência semelhante.
E dos hebreus e assírios se acredita que obtiveram a sua por intermédio dos egípcios. Os mais antigos médicos gregos efetuavam suas curas principais pela imposição das mãos, e pela massagem das partes afetadas do corpo. Entre eles, o processo curativo pertencia às ordens sacerdotais, não sendo permitido ao público geral participar dos seus mistérios.
Hipócrates (o pai da medicina) escreveu:
"A alma vê bem, com os olhos fechados, as afecções que o corpo sofre. Sábios médicos já entre os antigos, não ignoravam como é aproveitável para o sangue fazer leves fricções com as mãos pelo corpo. Muitos doutores experimentados crêem que o calor que aflui da mão, sendo aplicado ao doente, é muito salutar e calmante. Viu-se que este remédio é aplicável tanto às dores repentinas e agudas, como às crônicas, e às várias espécies de debilidade, sendo os seus efeitos restauradores de saúde e fortificantes. Muitas vezes, enquanto eu estava acalmando meus pacientes, parecia-me que havia nas minhas mãos uma singular propriedade de tirar e afastar das partes afetadas, dores e diversas impurezas, pondo minha mão sobre o respectivo lugar, e estendendo a ele meus dedos. Assim é conhecido a alguns eruditos, que por meio de certos gestos, e pelo contato, podem ser comunicadas algumas moléstias de uns aos outros, como igualmente pode ser implantada a saúde no doente".
Esculápio tratava as enfermidades assoprando na parte afetada, e batendo nela levemente com as mãos. Os antigos Druidas (sacerdotes gauleses) também faziam curas deste modo, e o seu método constituía uma parte dos ritos e cerimoniais religiosos. Tácito, Vopisco, Lamprídio no-lo afirmam, e dão admirável testemunho dos "dons" dos Druidas.
As crônicas da Idade Média estão cheias de semelhantes narrativas de curas milagrosas obtidas pela imposição das mãos; naquele tempo produziam-se as curas geralmente nas Igrejas. Van Helmont, que viveu na primeira metade do século décimo sétimo, parece ter conhecido os princípios da Cura Prânica, porque escreve:

"O magnetismo é ativo por toda parte, e não há nele nada de novo, a não ser o nome; é um paradoxo só aos que tudo ridicularizam e atribuem ao poder de Satanás tudo que são incapazes de explicar".
Pelo mesmo tempo, um escocês, de nome Maxwel, ensinava semelhantes métodos de cura. Ele cria num espírito vital penetrando o universo, e o qual podia ser atraído para curar moléstias. Em 1734, o Padre Hehl ensinava a existência de um "fluido universal", aplicável para curar doenças. Ele fez muitas curas admiráveis, mas foi expulso da Igreja, sendo acusado de possuir um poder diabólico, e de praticar feitiçaria. Mesmer estabeleceu a teoria do Magnetismo Animal, e produziu curas com seu auxílio, aplicando-o por meio da imposição das mãos. Mesmer deixou numerosos discípulos, dos quais muitos se tornaram célebres, e o Marquês de Puységur era um deles.
Na Alemanha, as doutrinas de Mesmer e as que desta se originaram, adquiriram grande popularidade e proeminência. Bremen foi um importante centro da doutrina do "Magnetismo Animal", que dali se espalhou por toda a Alemanha. O Governo da Prússia interessou-se muito por estas coisas, e estabeleceu um hospital para as curas de doenças pelo tratamento "magnético". Vários governos continentais promulgaram rígidas leis que punham os tratamentos magnéticos nas mãos da irmandade médica.
E assim espalharam-se os novos conhecimentos de país em país. Apesar de serem muitas vezes reprimidos por interferência governamental, e sufocados por oposição médica, florescem em várias localidades, e debaixo de diferentes teorias. Durante os passados dez anos adquiriram notável fama na América e na Grã-Bretanha, dando origem às várias escolas de "Cura Magnética", e à assombrosa expansão do "Movimento do Novo Pensamento". Foram apresentadas muitas teorias sobre as ditas curas, algumas puramente materiais, outras de concepções religiosas. Não obstante as diferentes teorias, porém, a obra progrediu, e foram-se obtendo curas. Qualquer que sejam as teorias e os nomes das diversas escolas, a imposição das mãos constitui uma parte muito notável em quase todas essas formas terapêuticas.
Muita gente acredita ainda que esta forma de cura seja um dom especial, inerente e concedido a certos indivíduos. Mas não é assim; pois o "dom" de curar é inerente a cada pessoa, embora alguns homens o manifestem mais do que outros, devido à adaptabilidade peculiar do seu temperamento. Todos podem cultivar e desenvolver este "dom".
Não achamos necessário consagrar muito espaço à teoria sobre a qual se baseia a Cura Prânica, porque todas as diferentes formas das curas feitas por meio da imposição das mãos pertencem, na realidade, a este capitulo, apesar da diversidade das teorias e dos nomes. Passaremos, entretanto, uma breve revista das idéias fundamentais que são a base da dita Cura.
Talvez o melhor que possamos fazer, seja identificar a palavra "Prana" com o que conhecemos como Força Vital; e, por conseguinte, nos serviremos da palavra Força Vital, na explicação da natureza do Prana.
Força Vital é a base de toda a ação física do corpo. É ela que causa a circulação do sangue, os movimentos de que depende a vida do corpo físico. Sem esta Força Vital, não haveria vida, nem movimento, nem ação. Alguns dão-lhe o nome de "Força nervosa", mas, qualquer que seja o nome com que a designemos, é sempre uma coisa só. É esta força que emitimos do sistema nervoso pelo esforço da vontade, quando queremos que mova um músculo. E é ela mesma que faz com que o músculo se mova.
Não há necessidade de discutirmos sobre a verdadeira natureza e essência desta Força Vital, porque com isso passaríamos a assuntos que nos levariam longe do nosso propósito. Para o nosso fim é suficiente o fato que essa Força realmente existe e que pode ser aplicada para curar moléstias. Os eletricistas, ainda que sejam os homens mais adiantados em sua ciência, não sabem nada da natureza real da eletricidade, e não obstante podem fazer dela uso admirável, e podem conhecer suas leis de operação. Assim também é com a Força Vital; pois, quem quisesse conhecer a sua verdadeira natureza e origem, haveria de conhecer a verdadeira natureza e origem do Universo. Contudo, o homem pode aplicar, e realmente aplica, esta força a cada momento de sua vida, e pode utilizá-la também para curar pessoas doentes e para curar-se a si próprio.
Absorvemos a nossa provisão de Força Vital dos alimentos que comemos, da água que bebemos, e em grande proporção do ar que respiramos. Temos também uma fonte mental de força, por meio da qual haurimos a energia dos grandes receptáculos de Energia, que formam a Mente Universal. Nos nossos livros "A Ciência da Respiração" e "Hata Yoga" tratamos extensamente destes assuntos, e todos os estudantes da Cura Psíquica devem conhecer esses livros. A Energia Vital é depositada no Cérebro, e nos grandes centros nervosos do corpo, e daí é tirada para suprir as necessidades sempre sentidas dos sistemas. Pelos fios do sistema nervoso é distribuída a todas as partes do corpo. Com efeito, cada nervo está sendo constantemente carregado de Força Vital; todas as vezes que se acha exausto, é novamente revitalizado. Cada nervo é um "fio vivo", através do qual corre o fluxo de Força Vital. E, além disso, cada célula do corpo, seja localizada onde for e qualquer que seja a sua função, contém sempre Energia Vital em grau maior ou menor.
É sadio e robusto quem possui uma boa provisão de Força Vital, a qual passa a todas as partes do corpo, refrescando, estimulando e produzindo atividade e energia. E não se limita a isto a sua ação, mas ainda circunda o corpo como uma aura, que pode ser sentida por pessoas com quem entra em contato. Uma pessoa que não tem suficiente Força Vital, manifesta má saúde, falta de vitalidade, etc., e recupera suas condições normais só quando novamente absorve Vitalidade.
Os gênios médicos não negam a existência da Força Vital, embora difiram em suas teorias a respeito da sua natureza; mas julgam que não pode ser transferida além dos limites do sistema nervoso da pessoa que a produz ou manifesta. Esta opinião é porém, inutilizada pelas atuais experiências de milhares de pessoas que sabem - que a Força Vital, o Prana ou Magnetismo - chame como quiser - pode ser, e tem sido, transmitida ao corpo de uma terceira pessoa, que com essa transmissão se sente fortificada e revigorada.
Muitos dos partidários e praticantes dessa forma de Cura causaram uma confusão no público chamando-a "Magnetismo", ou "Cura Magnética", etc. Não há nada de "Magnético" em relação a esta Força Vital, porque ela é produzida por uma causa muito diferente, embora todas as formas de Forças ou Energias tenham sua origem numa mesma causa primária. A Força Vital é algo que desempenha seu papel próprio na economia da Natureza, e este papel é totalmente diferente do que desempenha o Magnetismo. É uma coisa que não se pode confundir com qualquer outra, podendo ser comparada só consigo mesma.
Os princípios da Cura Prânica consistem no seguinte: Encher com uma fresca e grande provisão de Prana, ou Força Vital, as células; com isso as células se tornam capazes de obter de novo as forças normais de funcionar e trabalhar; em conseqüência disto, as células tornam a desempenhar devidamente as suas funções, o órgão recupera sua atividade anterior, e todo o sistema readquire a saúde, - e a Saúde, finalmente, não é outra coisa do que o Exercício normal das Funções.

Todas as pessoas têm mais ou menos Força Vital, e todas as pessoas têm a faculdade de aumentar sua provisão, e de transmiti-la a outrem, curando assim doenças. Em outras palavras, todas as pessoas são terapeutas potenciais. Tem-se falado muito de pessoas dotadas deste "dom" de curar; mas o fato é que todos os homens e todas as mulheres têm este "dom", e podem desenvolvê-lo com confiança e prática. E este desenvolvimento é o propósito do curso que pretendemos administrar.

A técnica da cura prânica foi, mais modernamente, sistematizada pelo Mestre filipino CHOA KOK SUI, engenheiro químico, durante mais de vinte anos de pesquisas, nas quais várias outras técnicas de cura foram analisadas minuciosamente. O resultado desse trabalho foi o surgimento de um método simples, acessível, eficaz e fácil de ser empregado, não necessitando que a pessoa tenha qualquer dom paranormal.


O que a cura prânica pode fazer?

Algumas das muitas possibilidades são: baixar a febre em pouco tempo; aliviar imediatamente dores de cabeça, dores de dente, dores causadas por gases e dores musculares; tosse e resfriado podem ser debelados, geralmente, em um ou dois dias; movimento intestinal lento, na maioria dos casos, é curado em poucas horas; doenças mais sérias, tais como problemas oculares, hepáticos, renais e cardíacos, podem ser aliviados em poucas sessões e, geralmente, curados em poucos meses. Enfim, a cura prânica eleva a taxa de cura em relação àquela normal. Seus resultados são eficazes e contribuem para mudanças no estilo de vida e no modo de pensar.
O curso de cura prânica está constituído em módulos:
1. cura prânica elementar
2. cura prânica intermediária (incluindo cura prânica a distância)
3. autodefesa psíquica
4. cura prânica avançada
5. cura prânica psíquica
6. cura prânica com o uso de cristais

Aqueles que desejarem fazer o curso, basta entrar em contato conosco, por telefone ou e-mail - veramunizbassoi@terra.com.br

 

 

 

 

 
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