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OS
PRINCÍPIOS DA CURA PRÂNICA
(texto extraído do livro "A Ciência
da Cura Psíquica" - Yogue Ramacharaca -
Ed. Pensamento)
Antes de podermos compreender a Cura Prânica,
havemos de saber alguma coisa do Prana. Este nome é
dado pelos filósofos Yogues à "Energia"
ou "Força Vital", que se acha no corpo
de todo ser vivo. Pode também chamar-se "Vitalidade".
Prana é de natureza mental, sendo a Energia da
Mente Universal. Para evitar distinções
metafísicas, seguiremos, entretanto, o costume
geral de tratar Prana como uma coisa independente, como
faremos igualmente no concernente à Mente e à
Matéria.
Os Yogues ensinam que Prana é um Princípio
Universal - um Algo que penetra todo o Espaço
e junto com a Mente e a Matéria compõe
a tríplice Manifestação do Absoluto.
Deixando à parte as manifestações
do Prana nas formas de Força, conhecidas sob
os nomes de Eletricidade, Calor, Luz, etc., consideremo-lo
em sua manifestação de Força Vital,
que é o único aspecto que nos interessa.
Prana é a Força por meio de cuja atividade
se efetuam todas as operações do corpo,
tornam-se possíveis todos os movimentos corporais,
todas as funções dos órgãos,
e manifestam-se todos os sinais de vida. Temos descrito
Prana alongadamente em nossos outros livros, e não
desejamos fazer repetições enquanto possamos
evitá-las.
Em suma, contudo, podemos dizer que Prana é aquele
Princípio de Vida que se acha no ar, na água,
no alimento, etc., e donde o organismo vivo o absorve
para aproveitá-lo nas funções do
corpo. Aconselhamos a todos os estudantes deste livro
que leiam a "Ciência da Respiração"
ou, ainda melhor, o Hata Yoga, para obter uma idéia
mais completa a respeito do Prana. Nos ditos livros
temos dado muitos exercícios com que se pode
adquirir e acumular Prana, e também indicamos
ali como se pode empregá-lo.
Os princípios mais importantes da Cura Prânica,
baseiam-se no fato de que Prana pode ser transferido
ou transmitido de uma pessoa à outra, de diferentes
maneiras. O método ordinário, e o mais
efetivo, consiste no emprego das mãos, com as
quais se fazem passes sobre a pessoa doente, e ao mesmo
tempo se envia uma corrente de Prana à parte
afetada, estimulando assim e instigando à atividade
os grupos celulares inertes ou vagarosos. O prana, assim
transmitido, age como um tônico sobre o paciente,
e fortalece e vigoriza-o admiravelmente, além
de tender a produzir o melhoramento local.
Também se pode enviar ao paciente Prana em forma
de um Pensamento Energizado, dirigido da Mente do terapeuta.
Os livros que tratam da Cura Psíquica, geralmente
não mencionam este fato, mas nós lhe prestaremos
muita atenção no capitulo próximo,
onde falaremos da prática da Cura Prânica.
Com efeito, podemos obter curas admiráveis com
os aludidos métodos, sem referência a outras
da nossa terapêutica.
O estudante notará que não entramos em
discussões de teorias. E fazemo-lo propositalmente,
porque desejamos que este livro seja um livro de fatos
e ensinos práticos, e a maior parte das teorias
será conhecida aos que leram outros livros nossos,
nos quais, embora não dedicados aos assuntos
pertencentes à Terapêutica, contudo, ocupam-se
das teorias gerais em que se baseiam todos os fenômenos
psíquicos.
A cura de doentes pela "imposição
das mãos" tem sido conhecida desde os primeiros
dias da raça humana. E é racional supormos
que já antes dos dias da história escrita,
esse costume igualmente prevalecia. Encontramo-lo hoje
entre todas as diferentes raças e nações,
até entre os selvagens. Parece que se originou
de uma convicção instintiva na mente humana,
que a cura está naquela direção.
Os Hindus, os Egípcios, os Judeus, os Chineses,
na antiguidade, conheciam perfeitamente esta forma de
cura. No Egito encontram-se esculturas antigas nas rochas,
onde se vêem terapeutas que tratam doentes colocando-lhes
uma das mãos sobre o estômago, e a outra
sobre as costas. E os primeiros exploradores da China
relatam que semelhantes práticas ali eram comuns.
O Velho Testamento está cheio de exemplos desta
forma curativa. Igualmente encontramos casos mencionados
no Novo Testamento. De São Patrício se
conta que curava os cegos na Irlanda, pondo-lhes as
mãos sobre os olhos. De São Bernardo se
relata que curou onze cegos e onze paralíticos
num só dia; e em Colônia, segundo as crônicas,
o mesmo santo curou doze paralíticos, três
mudos e dez surdos, todos só pela imposição
das mãos.
A história da Igreja primitiva está repleta
de exemplos desta qualidade, e admitindo que muitas
narrativas sejam românticas, como sempre se dá
em similares casos, havemos de reconhecer que houve
numerosos fatos reais e que muito benefício foi
por essa via praticado pelas pessoas citadas nas crônicas.
De Pirro, o rei de Epiro, diz a história que
tinha o poder de curar cólicas e os incômodos
do baço, pelo contato das suas mãos, pondo-as
sobre o doente. O imperador Vespasiano curou, com a
imposição das mãos, moléstias
nervosas, paralisia, cegueira, etc. Adriano curou, aplicando-lhes
as pontas de seus dedos, pessoas hidrópicas.
O rei Olavo também curava instantaneamente os
doentes a quem impunha as mãos. Os antigos reis
da Inglaterra e da França curavam a papeira e
as afecções da garganta pelo "toque
real". Havia na Inglaterra uma moléstia,
chamada "o mal régio", de que se acreditava
que podia ser curada só pelo toque das mãos
do rei.
A família dos Habsburgos, segundo a crença
inveterada do povo, era dotada do poder de curar a gagueira
por meio do beijo. Plínio relata que nos tempos
antigos havia pessoas que pelo simples toque de suas
mãos curavam a mordedura de cobra. Muitíssimas
celebridades religiosas curavam enfermos pela imposição
das mãos. Na Inglaterra, tornou-se famoso Greatrakes,
que até veio a sofrer perseguição,
porque andava curando, pela imposição
das mãos, toda sorte de enfermidades, inclusive
as de que se opinava serem curáveis unicamente
pelo "toque real", sendo ele por isso considerado
por muitos como um pretendente ao trono. Nos séculos
décimo sétimo, um jardineiro, de nome
Levret, operou curas admiráveis nas ruas de Londres,
tocando os doentes com seus dedos. Em 1817, um estalajadeiro,
chamado Richter, curou milhares de pessoas, também
pela imposição das mãos.
Assim, veja que, de fato, a Cura Prânica aparece
em todas as idades e entre todos os povos, e aqueles
que tinham suficiente confiança em si mesmo eram
considerados como pessoas privilegiadas por um dom especial.
Mas o fato é que o "dom" é comum
a todos os seres humanos e pode ser manifestado por
qualquer pessoa que tenha suficiente confiança
em si própria para fazer a experiência,
e a necessária seriedade para fazê-lo com
toda a dedicação e afeição.
Os antigos instrutores Yogues, há uns vinte e
quatro séculos, reduziram esta forma de cura
a uma ciência, e vestígios da sua ciência
infiltraram-se em todas as partes do mundo. Os egípcios
receberam o seu saber dos grandes mestres Yogues, e
estabeleceram depois suas próprias escolas. Os
gregos adquiriram da Índia e do Egito uma ciência
semelhante.
E dos hebreus e assírios se acredita que obtiveram
a sua por intermédio dos egípcios. Os
mais antigos médicos gregos efetuavam suas curas
principais pela imposição das mãos,
e pela massagem das partes afetadas do corpo. Entre
eles, o processo curativo pertencia às ordens
sacerdotais, não sendo permitido ao público
geral participar dos seus mistérios.
Hipócrates (o pai da medicina) escreveu:
"A alma vê bem, com os olhos fechados,
as afecções que o corpo sofre. Sábios
médicos já entre os antigos, não
ignoravam como é aproveitável para o sangue
fazer leves fricções com as mãos
pelo corpo. Muitos doutores experimentados crêem
que o calor que aflui da mão, sendo aplicado
ao doente, é muito salutar e calmante. Viu-se
que este remédio é aplicável tanto
às dores repentinas e agudas, como às
crônicas, e às várias espécies
de debilidade, sendo os seus efeitos restauradores de
saúde e fortificantes. Muitas vezes, enquanto
eu estava acalmando meus pacientes, parecia-me que havia
nas minhas mãos uma singular propriedade de tirar
e afastar das partes afetadas, dores e diversas impurezas,
pondo minha mão sobre o respectivo lugar, e estendendo
a ele meus dedos. Assim é conhecido a alguns
eruditos, que por meio de certos gestos, e pelo contato,
podem ser comunicadas algumas moléstias de uns
aos outros, como igualmente pode ser implantada a saúde
no doente".
Esculápio tratava as enfermidades assoprando
na parte afetada, e batendo nela levemente com as mãos.
Os antigos Druidas (sacerdotes gauleses) também
faziam curas deste modo, e o seu método constituía
uma parte dos ritos e cerimoniais religiosos. Tácito,
Vopisco, Lamprídio no-lo afirmam, e dão
admirável testemunho dos "dons" dos
Druidas.
As crônicas da Idade Média estão
cheias de semelhantes narrativas de curas milagrosas
obtidas pela imposição das mãos;
naquele tempo produziam-se as curas geralmente nas Igrejas.
Van Helmont, que viveu na primeira metade do século
décimo sétimo, parece ter conhecido os
princípios da Cura Prânica, porque escreve:
"O magnetismo é ativo por toda parte,
e não há nele nada de novo, a não
ser o nome; é um paradoxo só aos que tudo
ridicularizam e atribuem ao poder de Satanás
tudo que são incapazes de explicar".
Pelo mesmo tempo, um escocês, de nome Maxwel,
ensinava semelhantes métodos de cura. Ele cria
num espírito vital penetrando o universo, e o
qual podia ser atraído para curar moléstias.
Em 1734, o Padre Hehl ensinava a existência de
um "fluido universal", aplicável para
curar doenças. Ele fez muitas curas admiráveis,
mas foi expulso da Igreja, sendo acusado de possuir
um poder diabólico, e de praticar feitiçaria.
Mesmer estabeleceu a teoria do Magnetismo Animal, e
produziu curas com seu auxílio, aplicando-o por
meio da imposição das mãos. Mesmer
deixou numerosos discípulos, dos quais muitos
se tornaram célebres, e o Marquês de Puységur
era um deles.
Na Alemanha, as doutrinas de Mesmer e as que desta se
originaram, adquiriram grande popularidade e proeminência.
Bremen foi um importante centro da doutrina do "Magnetismo
Animal", que dali se espalhou por toda a Alemanha.
O Governo da Prússia interessou-se muito por
estas coisas, e estabeleceu um hospital para as curas
de doenças pelo tratamento "magnético".
Vários governos continentais promulgaram rígidas
leis que punham os tratamentos magnéticos nas
mãos da irmandade médica.
E assim espalharam-se os novos conhecimentos de país
em país. Apesar de serem muitas vezes reprimidos
por interferência governamental, e sufocados por
oposição médica, florescem em várias
localidades, e debaixo de diferentes teorias. Durante
os passados dez anos adquiriram notável fama
na América e na Grã-Bretanha, dando origem
às várias escolas de "Cura Magnética",
e à assombrosa expansão do "Movimento
do Novo Pensamento". Foram apresentadas muitas
teorias sobre as ditas curas, algumas puramente materiais,
outras de concepções religiosas. Não
obstante as diferentes teorias, porém, a obra
progrediu, e foram-se obtendo curas. Qualquer que sejam
as teorias e os nomes das diversas escolas, a imposição
das mãos constitui uma parte muito notável
em quase todas essas formas terapêuticas.
Muita gente acredita ainda que esta forma de cura seja
um dom especial, inerente e concedido a certos indivíduos.
Mas não é assim; pois o "dom"
de curar é inerente a cada pessoa, embora alguns
homens o manifestem mais do que outros, devido à
adaptabilidade peculiar do seu temperamento. Todos
podem cultivar e desenvolver este "dom".
Não achamos necessário consagrar muito
espaço à teoria sobre a qual se baseia
a Cura Prânica, porque todas as diferentes formas
das curas feitas por meio da imposição
das mãos pertencem, na realidade, a este capitulo,
apesar da diversidade das teorias e dos nomes. Passaremos,
entretanto, uma breve revista das idéias fundamentais
que são a base da dita Cura.
Talvez o melhor que possamos fazer, seja identificar
a palavra "Prana" com o que conhecemos como
Força Vital; e, por conseguinte, nos serviremos
da palavra Força Vital, na explicação
da natureza do Prana.
Força Vital é a base de toda a ação
física do corpo. É ela que causa a circulação
do sangue, os movimentos de que depende a vida do corpo
físico. Sem esta Força Vital, não
haveria vida, nem movimento, nem ação.
Alguns dão-lhe o nome de "Força nervosa",
mas, qualquer que seja o nome com que a designemos,
é sempre uma coisa só. É esta força
que emitimos do sistema nervoso pelo esforço
da vontade, quando queremos que mova um músculo.
E é ela mesma que faz com que o músculo
se mova.
Não há necessidade de discutirmos sobre
a verdadeira natureza e essência desta Força
Vital, porque com isso passaríamos a assuntos
que nos levariam longe do nosso propósito. Para
o nosso fim é suficiente o fato que essa Força
realmente existe e que pode ser aplicada para curar
moléstias. Os eletricistas, ainda que sejam os
homens mais adiantados em sua ciência, não
sabem nada da natureza real da eletricidade, e não
obstante podem fazer dela uso admirável, e podem
conhecer suas leis de operação. Assim
também é com a Força Vital; pois,
quem quisesse conhecer a sua verdadeira natureza e origem,
haveria de conhecer a verdadeira natureza e origem do
Universo. Contudo, o homem pode aplicar, e realmente
aplica, esta força a cada momento de sua vida,
e pode utilizá-la também para curar pessoas
doentes e para curar-se a si próprio.
Absorvemos a nossa provisão de Força Vital
dos alimentos que comemos, da água que bebemos,
e em grande proporção do ar que respiramos.
Temos também uma fonte mental de força,
por meio da qual haurimos a energia dos grandes receptáculos
de Energia, que formam a Mente Universal. Nos nossos
livros "A Ciência da Respiração"
e "Hata Yoga" tratamos extensamente destes
assuntos, e todos os estudantes da Cura Psíquica
devem conhecer esses livros. A Energia Vital é
depositada no Cérebro, e nos grandes centros
nervosos do corpo, e daí é tirada para
suprir as necessidades sempre sentidas dos sistemas.
Pelos fios do sistema nervoso é distribuída
a todas as partes do corpo. Com efeito, cada nervo está
sendo constantemente carregado de Força Vital;
todas as vezes que se acha exausto, é novamente
revitalizado. Cada nervo é um "fio vivo",
através do qual corre o fluxo de Força
Vital. E, além disso, cada célula do corpo,
seja localizada onde for e qualquer que seja a sua função,
contém sempre Energia Vital em grau maior ou
menor.
É sadio e robusto quem possui uma boa provisão
de Força Vital, a qual passa a todas as partes
do corpo, refrescando, estimulando e produzindo atividade
e energia. E não se limita a isto a sua ação,
mas ainda circunda o corpo como uma aura, que pode ser
sentida por pessoas com quem entra em contato. Uma pessoa
que não tem suficiente Força Vital, manifesta
má saúde, falta de vitalidade, etc., e
recupera suas condições normais só
quando novamente absorve Vitalidade.
Os gênios médicos não negam a existência
da Força Vital, embora difiram em suas teorias
a respeito da sua natureza; mas julgam que não
pode ser transferida além dos limites do sistema
nervoso da pessoa que a produz ou manifesta. Esta opinião
é porém, inutilizada pelas atuais experiências
de milhares de pessoas que sabem - que a Força
Vital, o Prana ou Magnetismo - chame como quiser - pode
ser, e tem sido, transmitida ao corpo de uma terceira
pessoa, que com essa transmissão se sente fortificada
e revigorada.
Muitos dos partidários e praticantes dessa forma
de Cura causaram uma confusão no público
chamando-a "Magnetismo", ou "Cura Magnética",
etc. Não há nada de "Magnético"
em relação a esta Força Vital,
porque ela é produzida por uma causa muito diferente,
embora todas as formas de Forças ou Energias
tenham sua origem numa mesma causa primária.
A Força Vital é algo que desempenha seu
papel próprio na economia da Natureza, e este
papel é totalmente diferente do que desempenha
o Magnetismo. É uma coisa que não se pode
confundir com qualquer outra, podendo ser comparada
só consigo mesma.
Os princípios da Cura Prânica consistem
no seguinte: Encher com uma fresca e grande provisão
de Prana, ou Força Vital, as células;
com isso as células se tornam capazes de obter
de novo as forças normais de funcionar e trabalhar;
em conseqüência disto, as células
tornam a desempenhar devidamente as suas funções,
o órgão recupera sua atividade anterior,
e todo o sistema readquire a saúde, - e a Saúde,
finalmente, não é outra coisa do que o
Exercício normal das Funções.
Todas
as pessoas têm mais ou menos Força Vital,
e todas as pessoas têm a faculdade de aumentar
sua provisão, e de transmiti-la a outrem, curando
assim doenças. Em outras palavras, todas as pessoas
são terapeutas potenciais. Tem-se falado muito
de pessoas dotadas deste "dom" de curar; mas
o fato é que todos os homens e todas as mulheres
têm este "dom", e podem desenvolvê-lo
com confiança e prática. E este desenvolvimento
é o propósito do curso que pretendemos
administrar.
A
técnica da cura prânica foi, mais modernamente,
sistematizada pelo Mestre filipino CHOA KOK SUI, engenheiro
químico, durante mais de vinte anos de pesquisas,
nas quais várias outras técnicas de cura
foram analisadas minuciosamente. O resultado desse trabalho
foi o surgimento de um método simples, acessível,
eficaz e fácil de ser empregado, não necessitando
que a pessoa tenha qualquer dom paranormal.
O que a cura prânica pode fazer?
Algumas das muitas possibilidades são: baixar
a febre em pouco tempo; aliviar imediatamente dores
de cabeça, dores de dente, dores causadas por
gases e dores musculares; tosse e resfriado podem ser
debelados, geralmente, em um ou dois dias; movimento
intestinal lento, na maioria dos casos, é curado
em poucas horas; doenças mais sérias,
tais como problemas oculares, hepáticos, renais
e cardíacos, podem ser aliviados em poucas sessões
e, geralmente, curados em poucos meses. Enfim, a cura
prânica eleva a taxa de cura em relação
àquela normal. Seus resultados são eficazes
e contribuem para mudanças no estilo de vida
e no modo de pensar.
O curso de cura prânica está constituído
em módulos:
1. cura prânica elementar
2. cura prânica intermediária (incluindo
cura prânica a distância)
3. autodefesa psíquica
4. cura prânica avançada
5. cura prânica psíquica
6. cura prânica com o uso de cristais
Aqueles
que desejarem fazer o curso, basta entrar em contato
conosco, por telefone ou e-mail - veramunizbassoi@terra.com.br
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