|
Quando Bert Hellinger iniciou suas observações
sobre os emaranhamentos que ocorrem na vida pessoal
e familiar dos seres humanos, criou uma teoria a respeito
e desenvolveu uma técnica a qual foi denominada
CONSTELAÇÃO FAMILIAR.
Atualmente, após 30 anos de pesquisas,
essa técnica já bastante divulgada em
vários países ao redor do mundo, começou
a se expandir para outras áreas e recebeu as
seguintes denominações: CONSTELAÇÕES
FAMILIARES, CONSTELAÇÕES EMPRESARIAIS,
CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS, CONSTELAÇÕES
EDUCACIONAIS, CONSTELAÇÕES MULTIDIMENSIONAIS,
CONSTELAÇÕES ESPIRITUAIS, CONSTELAÇÕES
DE NEGÓCIOS E CONSTELAÇÕES PARA
DIRIMIR DÚVIDAS.
Qualquer um desses tipos de constelações
podem ser feitas com grupos de pessoas, como também
em atendimentos individuais.
Para entender um pouco o que é
uma constelação e como ela se processa,
leia o texto abaixo.
A
psicologia das relações
Familiares
(Este artigo foi extraído da revista SOPHIA -
ano 2 - nº 8 - out/dez 2004. Escrito por Usha Velasco)
Há cerca de cinco anos vem crescendo no Brasil
um trabalho psicoterapêutico que conquista os
participantes pela sua eficácia, profundidade
e abrangência. Trata-se da Terapia Sistêmica
Fenomenológica de Bert Hellinger, popularmente
conhecida como Constelação Familiar.
Realizada em grupo, sob a orientação de
um profissional formado nesse tipo de técnica,
a terapia aplica de forma surpreendentemente eficaz
alguns conceitos simples, ancorados no senso comum.
Estamos no mesmo barco. Somos todos ligados por laços
invisíveis, mas que de alguma forma orientam
nossas ações. O sentimento que move o
mundo é o amor. Tempo e espaço não
existem. Tudo está acontecendo ao mesmo tempo,
aqui e agora. Tudo está ligado; nada existe isoladamente.
Essas são algumas das idéias que embasam
a terapia, e que podem ser experimentadas de maneira
palpável pelos participantes. "É
difícil explicar, mas muito fácil de sentir",
resume Elisabete Carneiro, coordenadora de Workshops
terapêuticos que há um ano e meio vêm
acontecendo em Brasília.
A terapia foi chamada de Constelação Familiar
pela maneira como se organiza espacialmente. Depois
de expor sua questão, o cliente escolhe, entre
os participantes do grupo, uma pessoa para representar
cada membro da sua família. Em seguida ele "constela"
essas pessoas, ou seja, encontra para cada uma delas
um lugar no espaço, seguindo sua intuição.
A teoria da Constelação Familiar considera
que, no universo, não existe forma sem conteúdo.
Portanto, quando os familiares são colocados
numa determinada configuração espacial
(de frente ou de costas para um certo parente, separados
em duplas, isolados uns dos outros, juntos demais, etc),
surge, naquela configuração, um determinado
conteúdo. Esse conteúdo é claramente
percebido pelas pessoas escolhidas para representar
os familiares. Por isso, elas têm um papel importante
no que acontece a seguir.
Depois de solicitar aos representantes que relaxem e
observem como estão se sentindo naquela posição,
tanto individualmente quanto em relação
às outras pessoas da família, o terapeuta
pergunta a cada um deles o que está se passando.
Cabe ao representante olhar com atenção
para dentro de si e procurar responder com o máximo
de clareza. As reações, muitas vezes,
surpreendem até os próprios protagonistas.
Houve, por exemplo, o caso da avó de um cliente,
que, segundo as lembranças dele e os relatos
da família, era uma esposa dedicada e se relacionava
bem com o marido. Quando colocada frente a frente com
o companheiro, a representante da avó sentiu
tanta raiva e tanto medo que não conseguia nem
olhar para ele; apenas chorava, dizia que queria morrer
e ficar longe daquele homem.
Quando algo assim acontece, Régis Teixeira (técnico
em constelações) faz questão de
lembrar ao cliente que os protagonistas não têm
nenhuma razão para inventar sentimentos para
pessoas que não conhecem e das quais nada sabem
- muito menos para vivenciar esses sentimentos a ponto
de chorar, rir, gritar, tremer ou manifestar outros
sintomas físicos, agradáveis ou não.
É comum o cliente relatar que a postura ou o
jeito de falar do protagonista do seu pai, por exemplo,
estava "igualzinho" ao jeito de seu pai verdadeiro.
A explicação para isso está no
campo morfogenético criado pelo indivíduo
ao montar sua família no espaço. O estudo
desses campos vem da Biologia; seu maior pesquisador
é Rupert Sheldrake, que afirma que "quando
um indivíduo atinge um determinado nível
de consciência, a tendência dessa aprendizagem
é ser transmitida a todos os indivíduos
da mesma espécie".
Nesse ponto do trabalho o cliente está sentado
numa cadeira, observando, a poucos metros de distância,
a fala dos representantes. Essa visualização
tem uma função terapêutica muito
importante, porque permite que ele literalmente veja
a sua família e possa perceber as implicações,
bloqueios e vínculos inconscientes entre os parentes.
Depois de saber como cada um dos familiares está
se sentindo, o terapeuta faz com que eles conversem
entre si, de acordo com as necessidades. O pai e a mãe
dialogam e deixam claro qual foi o tipo de "pacto"
que norteou sua convivência; o cliente fala com
o pai, com a mãe, com os irmãos e avós,
quando for necessário. Os diálogos são
orientados pelo terapeuta. Eles servem para explicar
as motivações ocultas das relações
familiares, que fornecem a base para o processo de solução
de problemas.
Esse processo é realizado de acordo com os procedimentos
terapêuticos desenvolvidos por Bert Hellinger,
que ele reuniu sob o nome de "Ordens do Amor".
A interação entre os participantes oferece
ao terapeuta as pistas para descobrir os destinos do
amor infantil do indivíduo, explicitando-o e
transformando-o de amor cego em um amor sensato e consciente.
A técnica permite também liberar o individuo
de uma identificação inconsciente e prejudicial
com pessoas que, no passado, foram excluídas
do círculo familiar. Permite, ainda, transformar
a culpa (e outros sentimentos, difíceis de serem
superados) em uma força para o bem, por meio
do reconhecimento e da aceitação de motivações
ocultas. "A mente individual também está
ligada a rumos e mensagens que ocorrem fora do corpo.
Existe uma mente mais ampla do qual a mente individual
é um subsistema, existe o inconsciente coletivo".
As
leis do amor
Bert Helinger, criador da terapia da Constelação
Familiar, afirma que a vida de uma família é
permeada por quatro princípios básicos:
as Leis do Amor. Ele escolheu esse nome porque concluiu
que as dinâmicas familiares são, no fundo,
sempre regidas pelo amor, por mais complexas, intrincadas
ou trágicas que possam parecer. O amor está
na raiz de praticamente todos os nossos comportamentos
- mesmo que não tenhamos consciência disso.
Para Hellinger, "o amor é o único
sentimento básico. Outros sentimentos como raiva
e medo, são secundários, por que derivam
da falta de amor."
Pertinência
- Segundo a lei da Pertinência, todo ser humano
tem o direito de pertencer ao sistema que o colocou
no mundo. Parece óbvio, mas é um princípio
fundamental nessa terapia. O ato de excluir um parente
traz sempre conseqüências graves, seja qual
for o motivo da exclusão: uma avó que
enlouqueceu e foi trancada num quarto pelo resto da
vida; um tio suicida que nunca mais foi mencionado por
ninguém; uma moça que engravidou e foi
expulsa de casa; um parente que faliu e deixou de ser
aceito no convívio familiar.
Quando o individuo é excluído, uma criança
que nasce na mesma família, uma ou duas gerações
depois, acaba assumindo inconscientemente várias
características dele. Essa é uma forma
que o universo encontra para reequilibrar o sistema
familiar. Por isso, um pai que expulsou da casa uma
filha grávida, por exemplo, pode ter que encarar,
anos depois, uma neta adolescente que escandaliza a
família com seu comportamento sexual.
Inocência
e culpa - A segunda lei é a da inocência
e culpa. Por um amor inocente aos pais, as crianças
assumem, para si, culpas e responsabilidades deles,
com o objetivo de manter o sistema unido. Trata-se de
decisões inconscientes tomadas na primeira infância,
mas que repercutem ao longo de toda a vida. Um menino
de quatro anos de idade cujo pai faliu, deixando a família
na miséria, pode se sentir culpado por essa situação;
então, aos trinta anos ele também vai
falir, por uma identificação inconsciente
com o pai.
Dar
e receber - De acordo com esta lei, os pais têm
a obrigação de dar, e os filhos têm
o direito de receber e de tomar para si aquilo de que
precisam para sobreviver. Quando esse princípio
se inverte, as conseqüências podem ser graves.
Uma mãe que, por algum motivo, não se
sente segura o bastante para enfrentar a vida sozinha
pode, por exemplo, usar sua filha mais velha como uma
espécie de "muleta", solicitando que
assuma responsabilidades para as quais a criança
não está preparada. Situações
desse tipo podem levar a uma série de sintomas,
como, por exemplo, crises de depressão, que podem
se manifestar inclusive na idade adulta.
Tempo
- O tempo é o fator que estabelece ordem
no sistema familiar. Em primeiro lugar vêm o pai
e a mãe; em segundo lugar, o relacionamento entre
os dois; em terceiro, o filho mais velho, e assim por
diante. Quando esta ordem é rompida, cria-se
um conflito sério. É o caso do filho caçula
que luta para tomar o lugar do mais velho, de uma filha
que quer ter a mesma autoridade que a mãe que
"usa" um filho como companheiro, para protegê-la
de um marido agressivo ou substituir um pai que ela
não teve.
Desatando os nós
De um modo geral, a terapia da Constelação
Familiar termina depois de reconhecidos, analisados
e reorganizados os desvios ou "emaranhados sistêmicos",
que a família fez em relação às
quatro Leis do Amor. Essa reorganização
é feita por meio de "devoluções",
durantes os diálogos entre os vários membros
do sistema.
Voltando aos exemplos usados para explicar as quatros
leis, a neta adolescente que escandaliza a família
é colocada frente a frente com a tia excluída
- aquela que foi expulsa de casa por ter engravidado
solteira. Repetindo as palavras escolhidas pelo terapeuta,
ela devolve à tia a sua identificação
com ela: "Titia, eu quero te devolver a necessidade
de ter um comportamento sexual inadequado. Eu fiz isso
por um amor inocente a você, e também por
uma necessidade de te trazer de volta à família.
Eu quero te devolver isso. Isso não me pertence.
Te devolvendo isso, eu posso ser eu mesma."
O menino de quatro anos que viu o pai falir e agora
não consegue administrar sua vida financeira
é colocado na frente do pai, e devolve a ele
a sua identificação: "Papai, quando
eu era criança o senhor faliu e nos deixou na
miséria. Eu era muito pequeno, mas me senti culpado
por isso. Eu me senti falido também, e agora
sou um adulto mal sucedido financeiramente. Eu quero
te devolver isso. Eu fiz isso por um amor inocente a
você."
Sempre repetindo as palavras do terapeuta, o filho que
foi usado pela mãe como uma espécie de
companheiro diz, por exemplo: "Mamãe, durante
muitos anos você me tratou como se eu fosse o
seu protetor e o seu companheiro. Mas eu era só
uma criança. Eu me senti roubado do meu papel
de filho. Eu me senti sobrecarregado. Eu quero te devolver
esse peso, por que ele não me pertence."
Muitas vezes é necessário "desembaraçar"
situações em várias gerações
da família. Nesse último exemplo, o avô
materno do menino pode ser chamado, para que a filha,
por sua vez, faça as devoluções
necessárias: "Papai, o senhor foi um pai
muito ausente. O senhor deixou de me proteger nos momentos
em que eu precisei. Por um amor inocente ao senhor,
eu me casei com um homem muito parecido, que me abandonava
e nunca estava ao meu lado. Eu acabei usando o meu filho
para diminuir essa sensação de desamparo.
Eu quero te devolver isso."
A terapia, que dura em média de uma a duas horas,
termina quando após todas as devoluções,
os familiares são colocados em seus devidos lugares
- não os lugares escolhidos intuitivamente pelo
cliente, mas aqueles estabelecidos pela ordem do tempo.
Por exemplo, pai e mãe lado a lado, avós
paternos atrás do pai, avós maternos atrás
da mãe, irmãos ao lado dos pais, do mais
velho ao mais novo. Com isso, o indivíduo pode
observar um retrato mais organizado da sua família
e experimentar como se sente no seu verdadeiro lugar,
desempenhando o seu verdadeiro papel.
Cada coisa em seu lugar
Flávia (nome fictício), 28 anos, fez sua
Constelação Familiar em maio. Ela conta
como foi sua experiência e diz que os primeiros
resultados já apareceram.
"Sempre tive depressão, desde que me entendo
por gente. Há cerca de sete anos meu quadro piorou;
passei a tomar antidepressivos e remédios para
dormir. Quando tentava parar de usar a medicação
gradativamente, com acompanhamento psiquiátrico,
a depressão voltava mais forte ainda. Fiquei
dependente dos medicamentos, mas há um ano e
meio desenvolvi intolerância a eles; tinha dores
de cabeça constantes, enjôos e tontura.
Consultei um médico homeopata que disse que eu
estava com problemas no fígado, por consumir
tantos remédios. Ele me indicou a Constelação,
porque achava que a depressão podia ter raízes
na minha história familiar.
Eu sou a mais velha de cinco irmãs. Meus pais
se separaram quando nós ainda éramos crianças.
Quando 'constelei' minha família, coloquei meu
pai afastado da minha mãe e eu ao lado dela,
bem pertinho. Dois amigos que assistiram ao trabalho
me contaram que, assim que eu coloquei a minha protagonista
ao lado da mãe, ela (eu) começou a chorar
e não parou mais, até o final. A mãe
segurou a sua mão, mas isso não serviu
de consolo, porque ela se apoiou na filha, como se a
menina fosse uma escora. A minha protagonista afirmou
que não gostava daquilo, era pesado; ela queria
se afastar da mãe, mas não tinha coragem.
Quando meus pais foram colocados frente a frente, para
dizer o que sentiam um pelo outro, minha mãe
fez um escândalo. Disse que se sentia muito mal,
que sentia muito medo. Esse medo foi se transformando
num pavor enorme, e o terapeuta chamou uma mulher na
platéia para representar a mãe dela. O
diálogo entre as duas revelou algo que eu não
havia contado, mas que realmente aconteceu: a irmã
caçula da minha mãe, que nasceu quando
ela ainda era muito pequena, morreu antes de completar
um mês de vida. Foi um acontecimento muito traumático
para a família. Por ser muito nova, minha mãe
"respirou" inconscientemente esse sentimento
de perda através da mãe dela. Isso a deixou
extremamente insegura, e, entre outras coisas, fez com
que ela tivesse necessidade de se apoiar em mim.
Outro dado que surgiu no diálogo entre meus pais
foi a imensa frieza do marido em relação
à esposa e à vida em geral. Frieza e indiferença
eram a resposta-padrão dele para tudo. Para pesquisar
o motivo disso, o terapeuta chamou uma outra mulher
para representar a mãe dele. Ela teve quatro
filhos e morreu de parto; meu pai era seu segundo filho.
Quando essa minha avó se manifestou, disse que
não sentia absolutamente nada pelo meu pai; só
frieza e indiferença. Ela tinha noção
de que 'deveria' amar seus filhos, mas não amava.
O homem que representava meu pai disse que sentia o
ar em volta dela gelado, como se ele tivesse aberto
a porta da geladeira. Eu também senti isso, quando
me aproximei dela.
O melhor momento do trabalho foi o das devoluções.
Minha mãe devolveu para a mãe dela a insegurança
e o medo de viver. Meu pai devolveu para a mãe
dele a falta de amor e a necessidade de ser frio e indiferente.
Eu devolvi para minha mãe a obrigação
de ser a "bengala" dela; para o meu pai, devolvi
o modelo de indiferença e frieza; para minha
avó paterna, um certo ar de "fantasma"
que me acompanhava desde criança. Eu também
me sentia um pouco morta, porque inconscientemente me
identificava com essa avó que morreu de parto,
e que a família considerava quase uma santa.
Depois dessas devoluções, meu alívio
foi enorme. Senti muita vontade de abraçar meu
pai, minha mãe e até a avó "gelada".
Todos me acolheram. Quando o trabalho terminou eu já
estava me sentindo diferente. Não me sentia tão
feliz assim desde o nascimento do meu filho. Foi como
se, dentro de mim, uma grande bagunça tivesse
sido organizada, cada coisa colocada no seu lugar.
Comecei a sentir os primeiros resultados já no
dia seguinte. Minha postura mudou, fiquei mais ereta.
Uma dor nas costas crônica desapareceu, literalmente,
da noite para o dia, e não deu mais sinais de
voltar. É como se uma força que sempre
me puxava para baixo tivesse deixado de atuar. Hoje,
dois meses depois, já tenho vontade de sair de
casa, ir ao cinema, ver os amigos. Parece banal, mas
para mim significa muito; há anos isso não
acontecia. Parei de tomar antidepressivos e estou muito
bem, medicada só com produtos homeopáticos.
Sei que ainda é cedo para dizer que a melhora
foi definitiva - mas tenho certeza de que vai ser."
-FIM DO ARTIGO-
Na Espaço Estelar a psicanalista transpessoal
Vera Bassoi, já aplica as CONSTELAÇÕES
FAMILIARES desde 2005.
Tendo feito reciclagens em módulos avançados
com o próprio criador da técnica, Bert
Hellinger, atualmente está realizando CONSTELAÇÕES
EMPRESARIAIS, CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS,
CONSTELAÇÕES EDUCACIONAIS, CONSTELAÇÕES
MULTIDIMENSIONAIS, CONSTELAÇÕES ESPIRITUAIS,
CONSTELAÇÕES DE NEGÓCIOS E CONSTELAÇÕES
PARA DIRIMIR DÚVIDAS.
Qualquer pessoa pode ser constelada em grupo ou individualmente.
Quem tiver interesse em solucionar uma situação
problemática da sua vida, entre em contato por
telefone (0xx15) 3202-9268 ou por e-mail vbassoi@yahoo.com.br
Os valores desse serviço serão fornecidos
no contato.
Quem tiver interesse em fazer o curso de formação
em Constelação Familiar entre em contato
direto com Vera, pelo telefone celular (0xx15) 9774-2890
Na cidade de Sorocaba o curso acontece semanalmente,
todas as quintas-feiras e em Bragança Paulista
o curso é oferecido um final de semana por mês.
A pessoa que tiver interesse em fazer o curso de formação,
poderá começar a cursar em qualquer momento,
pois o curso é oferecido de modo que cada módulo
é independente. Para maiores explicações,
entre em contato por telefone ou pelo e-mail acima,
no caso de inscrições para Sorocaba.
Em Bragança Paulista as inscrições
são feitas com Lúcia Oliveira Lima cujo
e-mail é espacojardimamerica@bol.com.br
ou pelo telefone (11) 4033-5324
|