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Espaço Estelar, Escola de Terapia Holística com Centro de Atendimento
 

Rua Profª Francisca de Queiróz, 706 - Mangal - Sorocaba

Tel : (0xx15) 3202-9268
Responsável : Vera Bassoi - celular (0xx15) 9774-2890

 

 

Quando Bert Hellinger iniciou suas observações sobre os emaranhamentos que ocorrem na vida pessoal e familiar dos seres humanos, criou uma teoria a respeito e desenvolveu uma técnica a qual foi denominada CONSTELAÇÃO FAMILIAR.

 

Atualmente, após 30 anos de pesquisas, essa técnica já bastante divulgada em vários países ao redor do mundo, começou a se expandir para outras áreas e recebeu as seguintes denominações: CONSTELAÇÕES FAMILIARES, CONSTELAÇÕES EMPRESARIAIS, CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS, CONSTELAÇÕES EDUCACIONAIS, CONSTELAÇÕES MULTIDIMENSIONAIS, CONSTELAÇÕES ESPIRITUAIS, CONSTELAÇÕES DE NEGÓCIOS E CONSTELAÇÕES PARA DIRIMIR DÚVIDAS.

 

Qualquer um desses tipos de constelações podem ser feitas com grupos de pessoas, como também em atendimentos individuais.

 

Para entender um pouco o que é uma constelação e como ela se processa, leia o texto abaixo.

 

A psicologia das relações
Familiares


(Este artigo foi extraído da revista SOPHIA - ano 2 - nº 8 - out/dez 2004. Escrito por Usha Velasco)

 

Há cerca de cinco anos vem crescendo no Brasil um trabalho psicoterapêutico que conquista os participantes pela sua eficácia, profundidade e abrangência. Trata-se da Terapia Sistêmica Fenomenológica de Bert Hellinger, popularmente conhecida como Constelação Familiar. Realizada em grupo, sob a orientação de um profissional formado nesse tipo de técnica, a terapia aplica de forma surpreendentemente eficaz alguns conceitos simples, ancorados no senso comum.
Estamos no mesmo barco. Somos todos ligados por laços invisíveis, mas que de alguma forma orientam nossas ações. O sentimento que move o mundo é o amor. Tempo e espaço não existem. Tudo está acontecendo ao mesmo tempo, aqui e agora. Tudo está ligado; nada existe isoladamente. Essas são algumas das idéias que embasam a terapia, e que podem ser experimentadas de maneira palpável pelos participantes. "É difícil explicar, mas muito fácil de sentir", resume Elisabete Carneiro, coordenadora de Workshops terapêuticos que há um ano e meio vêm acontecendo em Brasília.
A terapia foi chamada de Constelação Familiar pela maneira como se organiza espacialmente. Depois de expor sua questão, o cliente escolhe, entre os participantes do grupo, uma pessoa para representar cada membro da sua família. Em seguida ele "constela" essas pessoas, ou seja, encontra para cada uma delas um lugar no espaço, seguindo sua intuição.
A teoria da Constelação Familiar considera que, no universo, não existe forma sem conteúdo. Portanto, quando os familiares são colocados numa determinada configuração espacial (de frente ou de costas para um certo parente, separados em duplas, isolados uns dos outros, juntos demais, etc), surge, naquela configuração, um determinado conteúdo. Esse conteúdo é claramente percebido pelas pessoas escolhidas para representar os familiares. Por isso, elas têm um papel importante no que acontece a seguir.
Depois de solicitar aos representantes que relaxem e observem como estão se sentindo naquela posição, tanto individualmente quanto em relação às outras pessoas da família, o terapeuta pergunta a cada um deles o que está se passando. Cabe ao representante olhar com atenção para dentro de si e procurar responder com o máximo de clareza. As reações, muitas vezes, surpreendem até os próprios protagonistas. Houve, por exemplo, o caso da avó de um cliente, que, segundo as lembranças dele e os relatos da família, era uma esposa dedicada e se relacionava bem com o marido. Quando colocada frente a frente com o companheiro, a representante da avó sentiu tanta raiva e tanto medo que não conseguia nem olhar para ele; apenas chorava, dizia que queria morrer e ficar longe daquele homem.
Quando algo assim acontece, Régis Teixeira (técnico em constelações) faz questão de lembrar ao cliente que os protagonistas não têm nenhuma razão para inventar sentimentos para pessoas que não conhecem e das quais nada sabem - muito menos para vivenciar esses sentimentos a ponto de chorar, rir, gritar, tremer ou manifestar outros sintomas físicos, agradáveis ou não. É comum o cliente relatar que a postura ou o jeito de falar do protagonista do seu pai, por exemplo, estava "igualzinho" ao jeito de seu pai verdadeiro.
A explicação para isso está no campo morfogenético criado pelo indivíduo ao montar sua família no espaço. O estudo desses campos vem da Biologia; seu maior pesquisador é Rupert Sheldrake, que afirma que "quando um indivíduo atinge um determinado nível de consciência, a tendência dessa aprendizagem é ser transmitida a todos os indivíduos da mesma espécie".
Nesse ponto do trabalho o cliente está sentado numa cadeira, observando, a poucos metros de distância, a fala dos representantes. Essa visualização tem uma função terapêutica muito importante, porque permite que ele literalmente veja a sua família e possa perceber as implicações, bloqueios e vínculos inconscientes entre os parentes.
Depois de saber como cada um dos familiares está se sentindo, o terapeuta faz com que eles conversem entre si, de acordo com as necessidades. O pai e a mãe dialogam e deixam claro qual foi o tipo de "pacto" que norteou sua convivência; o cliente fala com o pai, com a mãe, com os irmãos e avós, quando for necessário. Os diálogos são orientados pelo terapeuta. Eles servem para explicar as motivações ocultas das relações familiares, que fornecem a base para o processo de solução de problemas.
Esse processo é realizado de acordo com os procedimentos terapêuticos desenvolvidos por Bert Hellinger, que ele reuniu sob o nome de "Ordens do Amor". A interação entre os participantes oferece ao terapeuta as pistas para descobrir os destinos do amor infantil do indivíduo, explicitando-o e transformando-o de amor cego em um amor sensato e consciente. A técnica permite também liberar o individuo de uma identificação inconsciente e prejudicial com pessoas que, no passado, foram excluídas do círculo familiar. Permite, ainda, transformar a culpa (e outros sentimentos, difíceis de serem superados) em uma força para o bem, por meio do reconhecimento e da aceitação de motivações ocultas. "A mente individual também está ligada a rumos e mensagens que ocorrem fora do corpo. Existe uma mente mais ampla do qual a mente individual é um subsistema, existe o inconsciente coletivo".

 

As leis do amor

 

Bert Helinger, criador da terapia da Constelação Familiar, afirma que a vida de uma família é permeada por quatro princípios básicos: as Leis do Amor. Ele escolheu esse nome porque concluiu que as dinâmicas familiares são, no fundo, sempre regidas pelo amor, por mais complexas, intrincadas ou trágicas que possam parecer. O amor está na raiz de praticamente todos os nossos comportamentos - mesmo que não tenhamos consciência disso. Para Hellinger, "o amor é o único sentimento básico. Outros sentimentos como raiva e medo, são secundários, por que derivam da falta de amor."

 

Pertinência - Segundo a lei da Pertinência, todo ser humano tem o direito de pertencer ao sistema que o colocou no mundo. Parece óbvio, mas é um princípio fundamental nessa terapia. O ato de excluir um parente traz sempre conseqüências graves, seja qual for o motivo da exclusão: uma avó que enlouqueceu e foi trancada num quarto pelo resto da vida; um tio suicida que nunca mais foi mencionado por ninguém; uma moça que engravidou e foi expulsa de casa; um parente que faliu e deixou de ser aceito no convívio familiar.
Quando o individuo é excluído, uma criança que nasce na mesma família, uma ou duas gerações depois, acaba assumindo inconscientemente várias características dele. Essa é uma forma que o universo encontra para reequilibrar o sistema familiar. Por isso, um pai que expulsou da casa uma filha grávida, por exemplo, pode ter que encarar, anos depois, uma neta adolescente que escandaliza a família com seu comportamento sexual.

 

Inocência e culpa - A segunda lei é a da inocência e culpa. Por um amor inocente aos pais, as crianças assumem, para si, culpas e responsabilidades deles, com o objetivo de manter o sistema unido. Trata-se de decisões inconscientes tomadas na primeira infância, mas que repercutem ao longo de toda a vida. Um menino de quatro anos de idade cujo pai faliu, deixando a família na miséria, pode se sentir culpado por essa situação; então, aos trinta anos ele também vai falir, por uma identificação inconsciente com o pai.

 

Dar e receber - De acordo com esta lei, os pais têm a obrigação de dar, e os filhos têm o direito de receber e de tomar para si aquilo de que precisam para sobreviver. Quando esse princípio se inverte, as conseqüências podem ser graves. Uma mãe que, por algum motivo, não se sente segura o bastante para enfrentar a vida sozinha pode, por exemplo, usar sua filha mais velha como uma espécie de "muleta", solicitando que assuma responsabilidades para as quais a criança não está preparada. Situações desse tipo podem levar a uma série de sintomas, como, por exemplo, crises de depressão, que podem se manifestar inclusive na idade adulta.

 

Tempo - O tempo é o fator que estabelece ordem no sistema familiar. Em primeiro lugar vêm o pai e a mãe; em segundo lugar, o relacionamento entre os dois; em terceiro, o filho mais velho, e assim por diante. Quando esta ordem é rompida, cria-se um conflito sério. É o caso do filho caçula que luta para tomar o lugar do mais velho, de uma filha que quer ter a mesma autoridade que a mãe que "usa" um filho como companheiro, para protegê-la de um marido agressivo ou substituir um pai que ela não teve.


Desatando os nós

De um modo geral, a terapia da Constelação Familiar termina depois de reconhecidos, analisados e reorganizados os desvios ou "emaranhados sistêmicos", que a família fez em relação às quatro Leis do Amor. Essa reorganização é feita por meio de "devoluções", durantes os diálogos entre os vários membros do sistema.
Voltando aos exemplos usados para explicar as quatros leis, a neta adolescente que escandaliza a família é colocada frente a frente com a tia excluída - aquela que foi expulsa de casa por ter engravidado solteira. Repetindo as palavras escolhidas pelo terapeuta, ela devolve à tia a sua identificação com ela: "Titia, eu quero te devolver a necessidade de ter um comportamento sexual inadequado. Eu fiz isso por um amor inocente a você, e também por uma necessidade de te trazer de volta à família. Eu quero te devolver isso. Isso não me pertence. Te devolvendo isso, eu posso ser eu mesma."
O menino de quatro anos que viu o pai falir e agora não consegue administrar sua vida financeira é colocado na frente do pai, e devolve a ele a sua identificação: "Papai, quando eu era criança o senhor faliu e nos deixou na miséria. Eu era muito pequeno, mas me senti culpado por isso. Eu me senti falido também, e agora sou um adulto mal sucedido financeiramente. Eu quero te devolver isso. Eu fiz isso por um amor inocente a você."
Sempre repetindo as palavras do terapeuta, o filho que foi usado pela mãe como uma espécie de companheiro diz, por exemplo: "Mamãe, durante muitos anos você me tratou como se eu fosse o seu protetor e o seu companheiro. Mas eu era só uma criança. Eu me senti roubado do meu papel de filho. Eu me senti sobrecarregado. Eu quero te devolver esse peso, por que ele não me pertence."
Muitas vezes é necessário "desembaraçar" situações em várias gerações da família. Nesse último exemplo, o avô materno do menino pode ser chamado, para que a filha, por sua vez, faça as devoluções necessárias: "Papai, o senhor foi um pai muito ausente. O senhor deixou de me proteger nos momentos em que eu precisei. Por um amor inocente ao senhor, eu me casei com um homem muito parecido, que me abandonava e nunca estava ao meu lado. Eu acabei usando o meu filho para diminuir essa sensação de desamparo. Eu quero te devolver isso."
A terapia, que dura em média de uma a duas horas, termina quando após todas as devoluções, os familiares são colocados em seus devidos lugares - não os lugares escolhidos intuitivamente pelo cliente, mas aqueles estabelecidos pela ordem do tempo. Por exemplo, pai e mãe lado a lado, avós paternos atrás do pai, avós maternos atrás da mãe, irmãos ao lado dos pais, do mais velho ao mais novo. Com isso, o indivíduo pode observar um retrato mais organizado da sua família e experimentar como se sente no seu verdadeiro lugar, desempenhando o seu verdadeiro papel.


Cada coisa em seu lugar

Flávia (nome fictício), 28 anos, fez sua Constelação Familiar em maio. Ela conta como foi sua experiência e diz que os primeiros resultados já apareceram.
"Sempre tive depressão, desde que me entendo por gente. Há cerca de sete anos meu quadro piorou; passei a tomar antidepressivos e remédios para dormir. Quando tentava parar de usar a medicação gradativamente, com acompanhamento psiquiátrico, a depressão voltava mais forte ainda. Fiquei dependente dos medicamentos, mas há um ano e meio desenvolvi intolerância a eles; tinha dores de cabeça constantes, enjôos e tontura. Consultei um médico homeopata que disse que eu estava com problemas no fígado, por consumir tantos remédios. Ele me indicou a Constelação, porque achava que a depressão podia ter raízes na minha história familiar.
Eu sou a mais velha de cinco irmãs. Meus pais se separaram quando nós ainda éramos crianças. Quando 'constelei' minha família, coloquei meu pai afastado da minha mãe e eu ao lado dela, bem pertinho. Dois amigos que assistiram ao trabalho me contaram que, assim que eu coloquei a minha protagonista ao lado da mãe, ela (eu) começou a chorar e não parou mais, até o final. A mãe segurou a sua mão, mas isso não serviu de consolo, porque ela se apoiou na filha, como se a menina fosse uma escora. A minha protagonista afirmou que não gostava daquilo, era pesado; ela queria se afastar da mãe, mas não tinha coragem.
Quando meus pais foram colocados frente a frente, para dizer o que sentiam um pelo outro, minha mãe fez um escândalo. Disse que se sentia muito mal, que sentia muito medo. Esse medo foi se transformando num pavor enorme, e o terapeuta chamou uma mulher na platéia para representar a mãe dela. O diálogo entre as duas revelou algo que eu não havia contado, mas que realmente aconteceu: a irmã caçula da minha mãe, que nasceu quando ela ainda era muito pequena, morreu antes de completar um mês de vida. Foi um acontecimento muito traumático para a família. Por ser muito nova, minha mãe "respirou" inconscientemente esse sentimento de perda através da mãe dela. Isso a deixou extremamente insegura, e, entre outras coisas, fez com que ela tivesse necessidade de se apoiar em mim.
Outro dado que surgiu no diálogo entre meus pais foi a imensa frieza do marido em relação à esposa e à vida em geral. Frieza e indiferença eram a resposta-padrão dele para tudo. Para pesquisar o motivo disso, o terapeuta chamou uma outra mulher para representar a mãe dele. Ela teve quatro filhos e morreu de parto; meu pai era seu segundo filho. Quando essa minha avó se manifestou, disse que não sentia absolutamente nada pelo meu pai; só frieza e indiferença. Ela tinha noção de que 'deveria' amar seus filhos, mas não amava. O homem que representava meu pai disse que sentia o ar em volta dela gelado, como se ele tivesse aberto a porta da geladeira. Eu também senti isso, quando me aproximei dela.
O melhor momento do trabalho foi o das devoluções. Minha mãe devolveu para a mãe dela a insegurança e o medo de viver. Meu pai devolveu para a mãe dele a falta de amor e a necessidade de ser frio e indiferente. Eu devolvi para minha mãe a obrigação de ser a "bengala" dela; para o meu pai, devolvi o modelo de indiferença e frieza; para minha avó paterna, um certo ar de "fantasma" que me acompanhava desde criança. Eu também me sentia um pouco morta, porque inconscientemente me identificava com essa avó que morreu de parto, e que a família considerava quase uma santa.
Depois dessas devoluções, meu alívio foi enorme. Senti muita vontade de abraçar meu pai, minha mãe e até a avó "gelada". Todos me acolheram. Quando o trabalho terminou eu já estava me sentindo diferente. Não me sentia tão feliz assim desde o nascimento do meu filho. Foi como se, dentro de mim, uma grande bagunça tivesse sido organizada, cada coisa colocada no seu lugar.
Comecei a sentir os primeiros resultados já no dia seguinte. Minha postura mudou, fiquei mais ereta. Uma dor nas costas crônica desapareceu, literalmente, da noite para o dia, e não deu mais sinais de voltar. É como se uma força que sempre me puxava para baixo tivesse deixado de atuar. Hoje, dois meses depois, já tenho vontade de sair de casa, ir ao cinema, ver os amigos. Parece banal, mas para mim significa muito; há anos isso não acontecia. Parei de tomar antidepressivos e estou muito bem, medicada só com produtos homeopáticos. Sei que ainda é cedo para dizer que a melhora foi definitiva - mas tenho certeza de que vai ser."

 

-FIM DO ARTIGO-

 

Na Espaço Estelar a psicanalista transpessoal Vera Bassoi, já aplica as CONSTELAÇÕES FAMILIARES desde 2005.

 

Tendo feito reciclagens em módulos avançados com o próprio criador da técnica, Bert Hellinger, atualmente está realizando CONSTELAÇÕES EMPRESARIAIS, CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS, CONSTELAÇÕES EDUCACIONAIS, CONSTELAÇÕES MULTIDIMENSIONAIS, CONSTELAÇÕES ESPIRITUAIS, CONSTELAÇÕES DE NEGÓCIOS E CONSTELAÇÕES PARA DIRIMIR DÚVIDAS.

 

Qualquer pessoa pode ser constelada em grupo ou individualmente.

 

Quem tiver interesse em solucionar uma situação problemática da sua vida, entre em contato por telefone (0xx15) 3202-9268 ou por e-mail vbassoi@yahoo.com.br

 

Os valores desse serviço serão fornecidos no contato.

 

Quem tiver interesse em fazer o curso de formação em Constelação Familiar entre em contato direto com Vera, pelo telefone celular (0xx15) 9774-2890

 

Na cidade de Sorocaba o curso acontece semanalmente, todas as quintas-feiras e em Bragança Paulista o curso é oferecido um final de semana por mês.

 

A pessoa que tiver interesse em fazer o curso de formação, poderá começar a cursar em qualquer momento, pois o curso é oferecido de modo que cada módulo é independente. Para maiores explicações, entre em contato por telefone ou pelo e-mail acima, no caso de inscrições para Sorocaba.

 

Em Bragança Paulista as inscrições são feitas com Lúcia Oliveira Lima cujo e-mail é espacojardimamerica@bol.com.br ou pelo telefone (11) 4033-5324

 

 

 

 
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